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Sexta-Feira, 10 de Julho de 2026

Professores exigem respeito e Caiado responde com coração e analogias ao PSTU



Professores exigem respeito e Caiado responde com coração e analogias ao PSTU

Até agora, servidores aposentados e pensionistas da Educação, com salários de até R$ 2,7 mil, ainda não receberam o salário referente a dezembro de 2018 e o décimo terceiro


O governador Ronaldo Caiado (DEM) respondeu a professores da rede estadual de educação, que exigiam pagamento de salário e respeito, com coração e beijos. E disse que os manifestantes são do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU). A manifestação foi na manhã desta sexta-feira (15), durante a primeira sessão de 2019 da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego).


Sem receber o décimo terceiro e o pagamento de dezembro de 2018, professores da rede estadual de educação de Goiás entraram na Alego aos gritos de “pague o meu salário”, “pague dezembro” e “respeite o professor”, enquanto Caiado discursava. Durante a sessão solene, dentro do plenário, ele mandou beijos e fez um sinal de coração com as mãos para os manifestantes. O democrata também foi vaiado e chamado de caloteiro. Ele afirmou, em coletiva de imprensa, que o salário de dezembro será pago “no momento em que nós tivermos condições”.


“Existe uma diferença entre professores e o PSTU. Não vamos confundir. Os professores estão, exatamente, trabalhando, educando e lutando para que Goiás seja referência no cenário nacional. Uma coisa é o professor, outra coisa é a militância do PSTU”, disse o governador em coletiva de imprensa. As portas da Assembleia chegaram a ser fechadas para impedir a entrada de novos manifestantes.


Até agora, servidores aposentados e pensionistas da Educação, com salários de até R$ 2,7 mil, ainda não receberam o salário. Eles ficaram de fora da lista de contemplados, que são 16.449 funcionários ativos da pasta.


Na última semana, estudantes e servidores das escolas estaduais, inclusive colégios militares, manifestaram apoio aos docentes. Isso chamou a atenção, porque funcionários de instituições de ensino militar são proibidos de realizar protestos. Neste caso, a organização foi de autoria dos estudantes.


Fonte: Mais Goiás



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